Revista Êxito na Educação

Meditação Laica Educacional: para uma Educação Emocional

Claudiah Rato - foto: Ricardo PaesEntrevista concedida a Ricardo Paes no Jardim Botânico do Rio de Janeiro em 29/01/2013

Professora de Educação Física do Colégio Pedro II desde 1984, a psicóloga Claudiah Rato, autora do livro «Meditação Laica Educacional  - para uma educação emocional» e uma das pioneiras na adoção de técnicas meditativas laicas no currículo de educação física do Colégio Pedro II, nos deu esta entrevista numa bela e quente tarde de janeiro no Jardim Botânico do RJ, compartilhando suas experiências e ideias sobre a meditação na escola e o potencial que sua utilização pode trazer para alunos, professores e, por extensão, toda a sociedade.

Êxito na EducaçãoClaudiah, Como foi sua trajetória pessoal e profissional até o desenvolvimento da Meditação Laica Educacional?

Claudiah Rato – Em 2006, professora de Educação Física (EF) no Pedro II concursada desde 1984, com anos de magistério e vivendo uma certa frustração com a educação - pois não somos reconhecidos, muitas vezes não conseguimos reconhecer os benefícios do nosso trabalho - eu estava contando os dias para me aposentar. Concluí que não podia chegar ao fim da minha carreira sem alunos - pois era isso que geralmente acontece no Ensino Médio. Ninguém quer fazer educação física nesta fase escolar, salvo uns poucos. Então fui em busca desses alunos para entender o motivo dessa ausência e todos diziam que não tinham tempo, não havia condição de trocarem de roupa, suarem e depois tornarem a vestir o uniforme, etc. Além disso, a atenção desses alunos estava muito voltada para os estudos, a pressão do vestibular, ENEM, além das mudanças e exigências internas, emocionais, afinal é o primeiro momento em que começam a viver sua autonomia. Começam a tomar uma série de decisões desde o que vão comer, muitas vezes na rua etc. E tudo isso acontece na passagem do Nono Ano do Fundamental ao Primeiro Ano. Tipo: "Vai meu filho, você já está no Ensino Médio!". Então comecei a oferecer aulas de ginástica, alongamento, permitindo até mesmo que fizessem sem o uniforme completo (outro álibi de que eles se valem para "escapar" da EF). Era difícil manter o interesse deles por essas aulas e a evasão era imensa. Então comecei a dar alongamento e relaxamento - e eles começaram a pedir mais relaxamento que alongamento. E um dia de que me lembro bem eu disse a eles: "Vocês não querem é fazer nada!" e me escutei e refleti que era hora de fazer algo diferente daquela postura convencional onde o professor reitera com o aluno que ele precisa ter nota no boletim, e que não há nada que possamos fazer! "Não querem fazer nada?", eu disse a eles, "então tá, deitem aí e vamos relaxar". Coloquei eles em colchonetes e comecei a usar de forma muito espontânea todas as técnicas que eu conhecia, além daquelas de relaxamento como professora de EF: técnicas de controle da atenção, controle mental, que eu vinha pesquisando, incluindo o que havia aprendido na faculdade de Psicologia onde me formei em 2002. Então, de 2006 até 2009, eu pude perceber o quanto essas técnicas de relaxamento e de concentração da atenção podiam atuar no desenvolvimento da inteligência emocional. E minhas aulas, que quase não tinham alunos, começaram a encher a ponto dos alunos chamarem colegas de outras turmas e horários para participar. E além das meninas que sempre eram as mais dispostas, começaram a vir também os meninos, normalmente mais refratários, até o dia que ouvi de um deles  "Pôxa professora, sua aula é irada!" e o comentário desse aluno me inspirou a seguir adiante com mais profundidade. Isso tudo me levou a investigar o porquê daquela modalidade de aula fazer tanto suces­so, ser tão bom pra eles (alguns até dormiam, de tão relaxados) e em 2009, com a autorização da Diretora Maria Helena Sampaio, da Unidade Humaitá II do Colégio Pedro II, foi possível oferecer a Meditação Laica Educacional entre as outras modalidades como o futsal, handebol etc. E comecei a fazer uma pesquisa, que resultou no livro "Meditação Laica Educacional" que é o resumo da minha dissertação de Mestrado.


Êxito na Educação - Você pode explicar melhor a Educação Emocional de que você trata em seu livro?

Claudiah Rato - A Educação Emocional se trata de uma ausência. Ela está ausente em nosso sistema educacional.
Quando a gente nasce, mesmo que ainda não tenhamos controle dos nossos esfíncteres, todas as pessoas à nossa volta acreditam que vamos conseguir controlar, que é um desenvolvimento natural orgânico, e nos apoiam nesse processo. Apesar de nascermos sem saber segurar uma colher e comer, todos acreditam que vamos conseguir isso. Apesar da gente nascer se arrastando, não saber andar, todos nos apoiam e vibram quando damos nossos primeiros passos. Acham lindo quando a gente cai tentando caminhar, pois todo esse aprendizado é valorizado. Entramos na escola e aprendemos a ler, escrever e interpretar - tudo isso faz parte de uma atividade extremamente complexa, que envolve coordenação motora fina, raciocínio etc. Porém, em nenhum momento somos ensinados a lidar com nossas emoções. Não temos nenhum acompanhamento neste sentido. Quando chegamos na adolescência sofremos grandes paixões - por conta inclusive das mudanças hormonais - se não pelos colegas, vamos nos apaixonar pelos ídolos; e ninguém se deu conta até hoje de que isso é na verdade uma habilidade que precisa ser desenvolvida! (dar conta disso, que é uma habilidade humana, também). Temos um funcionamento emocional, que tem uma dinâmica particular, diferente das dinâmicas física e mental, e contudo não somos treinados a ter qualquer controle sobre ela!
Modelo: Kiara Ruela Foto: Ricardo Paes (2014)Como psicóloga comecei a perceber como algumas técnicas meditativas milenares poderiam ajudar no desenvolvimento desta inteligência emocional. Com uma organização didática que tenho por ser professora em 30 anos de magistério, criei uma estratégia pedagógica para desenvolver a inteligência emocional a partir de algumas técnicas de meditação. E tudo isso vem sendo corroborado pelas experiências de muitos professores que venho preparando dentro deste método da Meditação Laica Educacional, em sala de aula. Eles têm trazido como resultado a prova do alcance dessa técnica: mudança de comportamento dos alunos, uma tolerância muito maior, um resgate de um relacionamento afetivo entre professor e aluno. São impressionantes os depoimentos de professores que relatam o quanto certas turmas consideradas difíceis de lidar mudaram a ponto de haver hoje um diálogo aberto. No entanto, percebemos, eu e os professores que não é exatamente a turma que mudou, é toda uma perspectiva, um olhar para o outro.

Êxito na Educação - No teu site (meditacaonaeducacao.com.br) encontrei a seguinte frase "não faz parte do currículo escolar o estudo e o conhecimento das culturas que mantiveram a prática da meditação em sua rotina. Estudamos as culturas bélicas, as conquistas sangrentas, a ética da guerra e, paradoxalmente, desejamos criar uma sociedade pacífica". Então você pode falar um pouco sobre como a Meditação Laica Educacional pode ajudar a construir uma Cultura da Paz?

Claudiah Rato - Isso é muito interessante, pois num dado momento comecei a mostrar aos alunos as diferentes formas de se praticar meditação de acordo com diferentes culturas, já que aquela que estávamos praticando era uma modalidade muito técnica e criada por mim; então percebi que precisava falar um pouco sobre os povos que praticavam essas outras modalidades há milênios. Foi daí que percebemos que em nenhum lugar do nosso currículo de História temos qualquer menção à História da Índia, por exemplo; estudamos a história e a cultura de países bélicos, estudamos a ética, a moral e a competitividade da guerra e depois queremos construir uma sociedade pacífica. Não dá.
Nós todos vivemos imersos numa cultura competitiva. Um exemplo: numa aula de educação física, por exemplo, se alguém tirou em primeiro lugar, imediatamente os demais se sentem inferiorizados. Ou seja, se alguém ganhou, todos os demais perderam. Em outras culturas, por outro lado, aprende-se que quando um ganha, todo o grupo a que ele pertence, ganha também. Todos somos ganhadores. Então veja como a educação pode influenciar na geração de nossos sentimentos. Nos sentimos mal ou bem de acordo com a forma como aprendemos a interpretar a realidade. Então, um dos motivos porque a Meditação Laica Educacional funciona é pelo fato dela conduzir você para uma outra dimensão que não é a da competitividade. A dimensão do humano. A meditação leva você para seu recôndito humano. E neste lugar somos todos absolutamente iguais. Então você vive um sentimento de pertencimento. Quando você volta dessa viagem interna, você volta olhando o outro de outra maneira. Assim, não foi a turma problemática que mudou, o que mudou foi o olhar de todos para todos. O outro não está fora de mim competindo comigo, mas ele está junto de mim, está próximo.

Modelo: Kiara Ruela Foto: Ricardo PaesÊxito na Educação - E o que podería­mos apresentar como benefícios da Meditação, se a fossemos "vender" a estes pais preocupados com o desempenho e a competitividade de seus filhos no Ensino Médio? Como a Meditação Laica Educacional pode ajudar a atender (além do que já vimos é capaz de transfor­mar) o Mercado?

Claudiah Rato - Numa visão menos idealizada, como esta da cultura da paz, e dentro de uma "realidade" das disputas do mercado, eu diria que os depoimentos positivos trazi­dos pelos alunos  que me levaram a aprofundar meus estudos até criar essa técnica falam por si só. Entrevistei quatorze alunos um ano depois da prática da meditação laica justamente para saber se qualquer ganho que tivessem tido seria duradouro. Perguntei se haviam observado algum benefício e quais seriam eles. E recebo as seguintes respostas: “Nas provas antes eu ficava disperso, não me concentrava”, ou “Antes eu ficava tão nervosa nas provas, que esquecia tudo”. Então, o resultado mais imediato e frequente que encontrei nos depoimentos foi o aumento da tranquilidade (ou redução da ansiedade e do estresse) e maior concentração nas situações de avaliação. Outro depoimento importantíssimo: maior concentração durante os estudos e maior tolerância nas relações interpessoais. Então, antes que possamos construir uma cultura da paz, onde todos não tenhamos vergonha de amar uns aos outros, estes pontos que citei são o resultado mais imediato obtido com uma prática semanal, dentro do protocolo de uma aula escolar, ou seja, sujeita a todas as interrupções por conta de feriados, conselhos de classe, férias e etc.

Êxito na Educação - Quais foram os benefícios diretos sobre os docentes que você observou em sua pesquisa e em todos esses anos de prática e qualificação?

Claudiah Rato - Primeiro eu me surpreendi com os depoimentos dos alunos. Em seguida, foram os testemunhos dos professores que me surpreenderam, pois eu os qualifico mas são eles que aplicam a técnica em sala de aula. Eu incentivo o professor a investir 10 minutos da aula utilizando a técnica, porque em geral eles sofrem muita pressão, é muita matéria pra dar, o tempo é curto, isso desespera o professor atrás de tempo e atenção do aluno e ela vai gritar por isso! Então sempre inicio o curso de qualificação com uma premissa da parte pedagógica da técnica que diz: “Silêncio a gente não pede, a gente oferece”. Como você pode pedir silêncio da turma, quando você está gritando, esbravejando?

Êxito na Educação - É uma contradição!

Claudiah Rato - A gente não percebe. Nós professores que fazemos isso estamos perdoados, pois não percebemos isso. Não se trata de uma crítica ao professor, é um processo de tomada de consciência. É preciso “oferecer o seu silêncio”. O problema é ter coragem de investir algum tempo no início. Mas deixo sempre bem claro que depois que o professor conquistar esse silêncio da turma, nunca mais terá que reivindicá-lo! Tenho o exemplo de uma professora de inglês que relatou ter levado 27 minutos para conseguir silêncio na primeira vez! Depois desse dia ficou muito mais fácil. É isso! Alguém tem que parar essa loucura, essa luta disciplinar, e se o professor for o primeiro a parar, teremos uma grande chance de construir uma cultura da paz. Claro que esta não é a única maneira, mas é uma que está ao alcance do professor. Depois que essa barreira inicial é vencida, nunca mais aquele professor precisa esperar tanto tempo pelo silêncio para começar a aula.  Se o professor coloca o silêncio para os alunos, eles devolvem e, com respeito. Sempre ouvimos falar do ensino pelo exemplo, e este é um belo exemplo disto. Mas a sua pergunta era sobre o resultado com os professores, certo?

Modelo: Kiara Ruela Foto: Ricardo PaesÊxito na Educação - Sim, além dos resultados que o professor obtém com os alunos, quais são aqueles de que ele próprio se beneficia? O professor também se pacifica?

Claudiah Rato - Durante as qualificações, os professores vivenciam a técnica três ou quatro vezes e saem com um roteiro de como ela deverá ser aplicada junto aos alunos. E é durante a aplicação da técnica em sala de aula que o professor começa a se perceber.  A Meditação Laica Educacional é um momento de interiorização para os alunos e, também, para o professor que a está aplicando.  São muitos os relatos de professores contando o quanto se perceberam apressados, tensos; um professor inclusive relatou que depois que passou a aplicar a técnica nunca mais fez a chamada pelo número. Ele começou a perceber, veja que incrível, que o número "um" de uma turma não era o número "um" da outra - e por isso ele passou a chamar os alunos pelo nome. Os relatos dos professores são de uma riqueza de pequenos detalhes que fazem  toda a diferença. Passe a olhar nos olhos de seu aluno, o cumprimente, afinal você irá passar uma boa parte de seu tempo com ele. Talvez o professor passe mais tempo com seus alunos do que com sua própria família…

Êxito na Educação - O contrário tam­bém é verdade, certo? Os alunos com frequência passam mais tempo com o professor do que com a própria família.

Claudiah Rato - Exato. Então começam a perceber o quanto estão apressados, o quanto não prestam atenção aos alunos - e aí está uma grande contradição, o professor chama o aluno pelo número, não olha pra ele e ainda exige que o aluno preste atenção na aula?! Com a prática da meditação laica educacional há uma série de tomadas de consciência. Outro exemplo parte de uma profes­sora que chamou a minha atenção para o fato de que a escola, depois do segundo segmento do ensino fundamental (do sétimo ao nono ano) vai ficando fria, a sala de aula não é aconchegante, é feia, ao contrário dos primeiros anos em que as paredes estão cheias de desenhos, a sala de aula vai deixando de ser colorida, vai ficando cinza, pouco atraente. Eu não tenho a menor dúvida de que a Meditação Laica Educacional é uma estratégia para o desenvolvimento da inteligência emocional na relação entre aluno e professor e que vai resultar num relacionamento verdadeiro e afetivo entre esses atores da Educação, dentro de sala de aula. E é uma estratégia econô­mica, pois não é preciso gastar nada para se aplicar essa técnica. É uma estratégia que vai trazer uma mudança - pois o que vai resultar desse diálogo entre professores e alunos é essa mudança na educação que está sendo pedida nas ruas; e será a partir dessa ligação amorosa. Eu incentivo muito os professores para que escutem esses alunos, pois se eles estão agitados é sinal de saúde. Pois aqueles que estão conformados dentro deste sistema adoecido é que devem chamar nossa atenção.  

Êxito na Educação - É sinal de que estão vivos!

Claudiah Rato - Sim, estão vivos, agitados! Veja, Ricardo, alunos que estão com, digamos, quinze anos, nasceram entre 98 e 2000, e nunca viram ninguém “discar” um telefone, eles nasceram em outro mundo!  Quando que eu e você poderíamos imaginar que a televisão ia se tornar um quadro pendurado na parede e ainda 3D?

Êxito na Educação - E que tudo isso seria reduzido a um aparelho na mão!...

Claudiah Rato - Eles pensam em outra velocidade, os conceitos deles partem de paradigmas diferentes, e vale lembrar a frase que não sei de quem é mas que tem sido frequente no meio educacional que alerta “Somos professores do século vinte, ministrando conteúdos do século dezenove a alunos do século vinte e um”!  Ou seja, nós não estamos nos comunicando direito. Eles têm outra linguagem, outra leitura e outro funcionamento mental. E isto se estabiliza e se iguala dentro de sala de aula com a aplicação da Meditação Laica Educacional. De repente, professor e aluno começam a falar a mesma linguagem - linguagem humana, que persiste apesar de tanto “aparelhinho”. Ainda somos nós, os humanos, que apertamos os botões. Portanto, quando todos entramos nessa sintonia de que “somos humanos e estamos aqui”, a linguagem se “linka”, se reconecta.

Êxito na Educação - Como você disse, somos seres humanos por trás dos aparelhinhos, então, a ansiedade com que eles buscam essas conexões - ainda que sejam no virtual - exprimem esse esvaziamento que nós de algum modo ajudamos a construir. Em suma, precisamos todos reumanizar essas relações.

Claudiah Rato - Pois é, e antes o menino tinha que aprender a comer e a chutar bola - agora precisa aprender a comer, chutar bola e apertar botão e desde pequenininho, ainda no carrinho de bebê. E depois a gente quer que ele sinta, que ele pense! nossas ações são contraditórias! Não que as coisas tenham que ser excludentes. Claro que todos temos que aprender a apertar botões. Com esses botões se abriram muitas outras possibilidades nas relações humanas para as quais talvez não estivéssemos prontos antes. Agora estamos prontos, não apenas para ampliar nossas relações interpessoais, mas para ampliar nossa relação também com a Terra, com os elementos e com os alimentos, com a atividade física, afinal somos seres que habitamos esse planeta, e essas relações só a condição humana é capaz de decodificar. Deixemos que as máquinas façam o trabalho que lhes cabe - antes queimávamos os neurônios fazendo cálculos intermináveis que agora as máquinas fazem melhor e mais rápido. Agora, antes de mais nada é preciso que a gente SINTA o que precisa e, DEPOIS, ponhamos a máquina pra executar. Por isso que nada se exclui dessa experiência toda. A prática da meditação laica educacional nos ensina isso: não queremos jogar fora nada do que já aconteceu. Tudo teve um sentido e fez parte de um desenvolvimento. Mas agora estamos vivendo um momento de mudança de paradigmas, de valores, de consciência de que somos uma única humanidade que habita este planeta e de que é preciso preservá-lo. E essa consciência vem se forjando graças a todas essas tecnologias de comunicação em tempo real, que permitem que a gente saiba o que acontece do outro lado do mundo, e isso nos une. Foi necessária toda essa trajetória, todo esse desenvolvimento científico e tecnológico e agora está na hora da gente desenvolver esta questão emocional. Nós temos naves que vão até a Lua, criamos guerras para conquistar os recursos do outro, como o petróleo, por exemplo, embora já tenhamos carros elétricos! Não devíamos sempre desencadear guerras para disputar os combustíveis que pertencem ao planeta, logo a todos. Então, agora a gente precisa sentir aquilo que
realmente precisa.

Claudiah Rato (acervo pessoal)Claudiah Rato (Claudia Maria de Luca) é psicóloga e Mestre em Ciências da Educação, Es­pe­cialista em Problemas do De­sempenho escolar e desen­vol­veu a técnica da Meditação Lai­ca Educacional ao longo de 26 anos. Autora do livro "Me­di­­ta­ção Laica Educacional" (2012).  Website: meditacaonaeducacional.com.br


Em breve aqui a íntegra da Entrevista e a versão em vídeo incorporada. Aguarde.
Por ora, assista no Canal da REE no Youtube:
Primeira parte
Segunda Parte

 

Add comment

Seus comentários são muito bem vindos, contudo nos reservamos o direito de filtrar aqueles que contenham ataques pessoais, que fujam ao escopo do assunto, veiculem publicidade não autorizada ou violem qualquer legislação, local ou internacional, ou mesmo as regras básicas de Netiqueta.


Security code
Refresh