Revista Êxito na Educação

Superdotados: a educação para as altas habilidades - Analfabetismo e alfabetismo funcional

Analfabetismo e alfabetismo funcional: uma diferença que vai muito além de palavras

O conceito de analfabetismo mudou muito nos últimos anos. Em 1958 a UNESCO definia como analfabeto um indivíduo que não consegue ler ou escrever algo simples. Vinte anos depois, adotou o conceito de alfabetismo funcional. É considerada analfabeta funcional uma pessoa que, mesmo sabendo ler e escrever frases simples, não possui as habilidades necessárias para satisfazer as demandas do seu dia-a-dia e se desenvolver pessoal e profissionalmente.

(Extraído do site do Instituto Paulo Montenegro (SP) que apresenta o INAF - Indicador de Alfabetismo Funcional - uma informação essencial para melhorar a qualidade da educação. Este indicador mede os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira adulta. O objetivo do Inaf é oferecer à sociedade informações sobre as habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática dos brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, de modo a fomentar o debate público, estimular iniciativas da sociedade civil e subsidiar a formulação de políticas nas áreas de educação e cultura)