Revista Êxito na Educação

Concurso FNLIJ de Incentivo à Leitura

Pela 18ª vez, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ promove o Concurso FNLIJ Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a crianças e jovens de todo o Brasil. Já foram contemplados, projetos como o da Fiocruz, em 2004, que potencializa o diálogo entre a literatura e a ciência, e um simpático programa chamado Leitura no Sítio, desenvolvido desde 2005, em Porto Velho, no qual crianças e adolescentes são incentivados a emprestar livros e fazem leitura de histórias sobre lonas no gramado de um sítio, cheio de árvores frondosas.

China investe em educação para atingir desenvolvimento sustentável

Por Washington Castilhos, do Rio de Janeiro

 

Agência FAPESP – Enquanto não resolve seus maiores desafios – tais como emissões de gases, degradação ambiental e envelhecimento populacional (até 2050 mais de 25% terão acima de 65 anos) –, a China investe na educação para alcançar o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza.

Nas regiões mais pobres, como a zona rural do noroeste do país, a evasão escolar chega a alcançar os 40%. Para investigar as causas do fenômeno e criar possíveis soluções, o governo chinês tem investido em projetos de intervenção.

Um exemplo é o Rural Education Action Project (REAP), coordenado pela economista Lingxu Zhang, professora ediretora adjunta do Centro de Política Agrícola Chinesa.

Aprovada Nova Lei sobre Educação Especial na Perspectiva Inclusiva no Rio

Pessoal,

Acaba de virar Lei mais um projeto nosso, número 5.554/2011, que já prepara o terreno para o que estabelecerá a forma de atendimento das ações públicas de Educação aos alunos com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento (TGD) e altas habilidades ou superdotação.

Esta lei aprovada estabelece diretrizes, ou seja, as linhas de ação para que o futuro plano seja executado. Nesta lei de diretrizes, que conquistamos agora, está a garantia de qualificação continuada e especializada dos professores, a prioridade de oferta de vagas a esse grupo de alunos próximos às suas residências, o combate a toda forma de discriminação e exclusão dos alunos com deficiência e o planejamento estratégico para estimular o desenvolvimento e aprendizagem do aluno segundo as necessidades educacionais de cada um, entre outras diretrizes.

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Estudo propõe fim de provas de múltipla escolha em concursos

Pesquisa feita pelo Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), propõe novas formas de recrutamento e a reorganização do sistema de ingresso no serviço público federal. O estudo foi feito após análise em processos seletivos de 20 órgãos federais, entre eles Abin, Ancine, Anvisa, Banco Central, CVM, INSS, Polícia Federal, Receita Federal, além dos Ministérios do Planejamento, Relações Exteriores e Saúde, entre 2001 e 2010.

“Os concursos hoje provocam um impacto avassalador no mundo sócio-profissional brasileiro. Esses processos seletivos deveriam ser um meio de avaliar competências, mas se tornaram um fim em si mesmos, em detrimento da administração pública, mas em prol de um mercado milionário. Estamos virando um país de concurseiros”, avalia o coordenador da pesquisa e professor da FGV Direito Rio, Fernando Fontainha.

UFRJ leva o ouro no Rio, segundo Ranking Universitário

Universidade federal celebra posição e também a vice-liderança na pós-graduação

A Universidade Federal do Rio de Janeiro ficou, quando levado em conta o estado do Rio, no topo do Ranking Universitário da Folha de São Paulo (RUF), divulgado no início de setembro. Quando o ranking se expande para o país, a universidade leva o bronze, ficando apenas atrás da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal de Minas Gerais.

O RUF, primeira iniciativa do gênero no país, levou oito meses para ser formado. Enquanto a Folha de São Paulo recolhia dados de publicações acadêmicas, o Datafolha ouvia centenas de cientistas e profissionais renomados na área de Recursos Humanos.

Ao todo, 232 instituições de ensino foram incluídas no ranking, sendo 191 universidades, onde se operacionaliza o tripé ensino, pesquisa e extensão, e 41 centros universitários ou faculdades, que são os institutos mais dedicados ao ensino, havendo baixa ou nenhuma pesquisa.

Qualidade de ensino, de pesquisa, avaliação do mercado e indicador de inovação. Esses foram os quatro quesitos levados em conta na elaboração do ranking. A UFRJ alcançou 16,27 pontos de 20 no item ensino. Já no item pesquisa, chegou aos 53,03 de 55 pontos. Quanto à avaliação do mercado, a federal repousou nos 16,85 dos 20 pontos possíveis e, por fim, no indicador de inovação, ficou com 4,84 de 5. Ao todo, chegou aos 91 pontos, 7,78 pontos abaixo da USP, a primeira colocada.

Governo de SP altera currículo do ensino fundamental e cancela o ensino de Geografia, História e Ciências

Com nova diretriz, aulas de História, Geografia e Ciências foram retiradas dos três primeiros anos.

Os alunos dos três primeiros anos das escolas de ensino integral do ensino fundamental da rede pública do Estado de São Paulo não terão mais aulas de História, Geografia e Ciências. A nova diretriz da Secretaria Estadual de Educação é válida para as 297 unidades que migraram para o ensino integral.

Desta forma, mesmo ficando 8 horas por dia na escola, os alunos não terão aulas de ciências físicas e biológicas, história e geografia. Por outro lado, terão 15 aulas de língua portuguesa por semana no 1º e 2º anos, o que equivale a 60% da carga horária semanal. O restante será ocupado por matemática, com 6 aulas, 25% da carga horária semanal, e educação física e arte, com 4 aulas. No 3º ano, a carga horária de matemática sobe para 40% e a de língua portuguesa cai para 35%.